Arquivo da categoria ‘balaio de citações’

Polenta

“Escrever é como fazer polenta: você deve mexer e mexer e, depois, servir” (Ermanno Cavazzoni)

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3 regras

“Existem três regras para escrever ficção. Infelizmente ninguém sabe quais são elas.” (Somerset Maugham)

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O que quis

“… se me interrogarem (…) sobre o que eu ´quis dizer´ em tal poema, respondo que não quis dizer e sim quis fazer, e que foi a intenção de fazer que quis o que eu disse…” (Paul Valéry)

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Detalhes

“A Poesia é feita apenas de belos detalhes.” (Voltaire)

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Lembrança e realidade

“…fiel à realidade ou (…) à minha lembrança pessoal da realidade, o que é a mesma coisa.” (Jorge Luis Borges, Ulrica)

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Texto máquina

“Uma vez publicado, um texto é como uma máquina que qualquer um pode usar à sua vontade e de acordo com seus meios: não é evidente que o construtor a use melhor que os outros.” (Paul Valéry, Acerca do “Cemitério Marinho”)

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Animal afetivo

“O homem, dizem, é um animal racional. Não sei por que não se disse que é um animal afetivo ou sentimental. E que, talvez, o que o diferencia dos outros animais, seja mais o sentimento do que a razão. Vi mais vezes um gato raciocinar, do que rir ou chorar. Pode ser que chore ou [...]

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Homem velho (Yates)

Um homem velho é apenas uma ninharia, trapos numa bengala à espera do final, a menos que a alma aplauda, cante e ainda ria sobre os farrapos do seu hábito mortal…

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Luz própria

O que brilha com luz própria, nada pode apagar. (Pablo Milanez)

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Voa e esconde

“…palavra tem asa e dissimulação.” (Menalton Braff, em Tapete de silêncio)

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